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Voltei e trouxe os Limeriques dos meus colegas da escola pra começar!

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 Vou acampar
Depois vou nadar
Tenho um cachorro
Meio bobo
Não para de chorar

FERNANDA



Fui na minha vovó
Que chamava Popó
Que tinha uma filha
Que gosta de ervilha
Que tinha um primo que era coró.

Bruno Junior

Conheci um pantaneiro
Que é bombeiro
Salva vidas
Todas elas agradecidas
O bombeiro gosta de arroz carreteiro


FLÁVIO RICARDO

Um menino arteiro
Virou jornaleiro
Andava de bicicleta
Como um atleta
E bom brasileiro

JANAINA

Gosto de macarrão
Mas detesto limão
Minha vó gosta de morango
E meu vô de figo
Minha mãe gosta de macarrão

BERTODO



A escola
É uma graviola
Ela gosta de tomar
E gosta de chorar
Ela toca viola

VERONICA

A ciência
Não tem consciência
Culpa da gente
Mas a gente tem mente
Mas temos frequência?

Fernanda


Eu vi um gato
Que comeu o pato
E ainda por cima
Derrubou a lima
Do dono do rato
Wendel

Noite Cultural na Escola: Ensinando Limeriques

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Eu fiquei no Stand de Limeriques orientando como se fazer essa poesia.
Os colegas ajudaram, a professora também.
Foi muito divertido.

Professora Tânia orientando.

Eu, os colegas e a profe.
 


Inspiração.
 
Pensei que  fosse fácil. hahahaha

Dançando chamamé com uma colega na apresentação.

Ensinando o menino do 9º ano. (Fiquei sem graça)






Rimas, rimas e mais rimas.


Foi muito legal participar e vou postar aqui, essa semana os limeriques dos colegas de sala.

Professora Tânia Olarte, parabéns!




 

Resenha: As Aventuras de Hans Standen

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Hans Staden nasceu na Alemanha e percorreu todo o mundo, passou por várias aventuras com as navegações daquela época (1547). Da Alemanha ele foi para Portugal e acabou chegando ao Brasil no navio do Capitão Penteado. Quando chegaram ao Brasil, encontrou os índios revoltados com a escravidão, passou por vários apuros e voltou para Lisboa. Uma outra viagem ao Peru, por causa de um naufrágio ele acabou pisando novamente no Brasil e encontraram três tribos indígenas, os tupiniquins que eram aliados dos portugueses, os carijós, e os tupinambás, que eram aliados dos franceses e carnívoros. Hans ficou por lá trabalhando para o governador até que foi atacado pelos Tupinambás, e os Tupiniquins tentaram ajuda-lo, mas não conseguiram, eles amarraram Hans e exibiram-no aos outros, debochando. Hans tentou convencer os Tupinambás que ele era alemão e amigo, mas não adiantou, eles estavam decididos a comer Hans para se vingar dos portugueses. Algumas coisas aconteceram que atrapalharam os índios de jantarem Hans, como quando ele rezou a oração do Pai Nosso e choveu na mesma hora, os índios tiveram medo do Deus de Hans.  O alemão se aproveita disso para tentar convencer os índios a não serem canibais. Os índios o entregam a outros índios e falam do medo que tem do Deus de Hans, e que é melhor não mexer com ele. Para surpresa Hans passa ser tratado como amigo, mas quando aparece um navio francês Hans convence o índio Abati-poçanga que tem parentes na tripulação e vai embora para França e depois para Alemanha, aliviado de não ter sido devorado. A história de Hans virou um livro.
 
Eu gostei muito desse livro, fiquei um tempão lendo e relendo porque a historia é verdadeira e muito envolvente, fiquei tenso pensando que Hans ia ser devorado, depois me deu vontade brincar de índio e fiz até arco e flecha, e também fiquei desenhando cenas do livro, até hoje sempre olho pra matar saudade.

 

Leilão de Jardim no Paint

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Quem me compra um jardim com flores?
 


Borboletas de muitas cores,

lavadeiras e passarinhos,

ovos verdes e azuis nos ninhos?


Quem me compra este caracol?

Quem me compra um raio de sol?

 
Um lagarto entre o muro e a hera,

uma estátua da Primavera?

Quem me compra este formigueiro?

E este sapo, que é jardineiro?
E a cigarra e a sua canção?

E o grilinho dentro do chão?

(Este é o meu leilão.)
Cecília Meireles

O Passarinho

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O passarinho chorava

O tempo todo

Ele estava tão triste

Que não sabia

Se chorava

Ou se piava

O passarinho

Não queria brincar

Não queria comer
Só queria chorar e piar.

Estava com saudade

Dos galhos da

Jabuticabeira,

Da horta do fazendeiro

E daquela passarinha
Que ele amava

Saudades

Da vida de passarinho

O passarinho piava dentro da gaiola.

E ninguém dava bola

Justo no dia do seu aniversário.
 
Me inspirei na poesia "O Peixinho", de Lalau e Laurabeatriz


Homenagem a Aline do TRIBARTE

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Hoje é aniversário da Aline do Blog TRIBARTE
Eu gosto muito do blog dela e dela também! 
Amiga 
Linda
       Inteligente
 Nunca 
          Esquecerei!

Parabéns Aline

João

Minha releitura- O Vendedor de Frutas

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Tarsila do Amaral
No meu trabalho eu teria que colocar um elemento atual na obra, então recortei o Super-Mário e fiz minha releitura.
Talvez ele tenha se cansado de descer e subir escadinhas e decidiu entrar para o comércio de frutas.


Haicai 12 e 13.

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Fotos do Hotel Barra Mansa no face
O sol embeleza
Escultura de ouro
Obra de Deus


Rosa e azul
sobrevoo  rasante
No Rio Negro



Que vida boa

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História da escritora Sandra Andrade, do livro Que Vida Boa!
Os desenhos eu que fiz no final de semana, tentei fazer parecido com o livro terminei agora!
Foi um trabalho muito suado!
Um patinho na lagoa
Que vida boa!
 Dois patinhos na lagoa
Que vida boa! 
Que vida boa! 
 Três patinhos na lagoa 
Que vida boa! 
Que vida boa!
Que vida boa!
 Um peixinho na lagoa
Que vida boa!
 Dois peixinhos na lagoa
Que vida boa!
Que vida boa!
 Três peixinhos na lagoa
Que vida boa!
Que vida boa!
Que vida boa!
 Uma capivara na lagoa
Que vida boa!
 Duas capivaras na lagoa
Que vida boa!
Que vida boa!
Três capivaras na lagoa
Que vida boa!
Que vida boa!
Que vida boa!
Um jaburu na lagoa
Que vida boa!
 Dois jaburus na lagoa 
Que vida boa!
Que vida boa!
Três jaburus na lagoa
Que vida boa!
Que vida boa!
Que vida boa!
 Um jacaré na lagoa
Que vida boa!
 Dois jacarés na lagoa
Que vida boa! 
Que vida boa!
Três jacarés na lagoa
Que vida boa! 
Que vida boa! 
Que vida boa!
Uma sucuri entra na lagoa! 
Que confusão!
Que confusão!

Desenhos meus baseados na ilustração de Arlindo Fernandes